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'...With God all things are possible" Mathews 19:26
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Uma vida dedicada ao evangelho
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A life dedicated to the gospel

Antes de ser afligido

“Antes de ser afligido andava errado, mas agora guardo a sua palavra” – Sl. 119: 67.

Quando leio esse verso logo me lembro da minha própria história com Deus. E acontece algo estranho comigo, parecido como se minhas entranhas se retorcessem dentro de mim. Sabe aquele “frio na barriga”,  misto de alívio e terror, pelo livramento de uma sina nada boa? É isso.

Paro para refletir atualmente (coisa que não fazia, antes, de jeito nenhum) e peso todas as variáveis, do presente para trás. Admito: como eu andava errado. Essa perspectiva me dá sinais de que eu não teria o futuro que hoje vivo se o Pai não me tivesse afligido. Precisei mesmo do “açoite” para ter a revelação de que eu andava ao largo do que seria a vontade de Deus. Do que seria melhor pra mim.

Graças a Ele tive chance e tempo de me corrigir. A Palavra de Deus me foi apresentada, por alguém que foi usado por Deus, como hoje eu sou, e passei por bons e maus momentos, até que finalmente pude dizer ao Pai: Senhor, eu agora guardo a Sua Palavra. O ajuste de minha vida à vontade de Deus ocorreu à custa de muita aflição, pois não foi/é fácil deixar de lado modos de agir e pensar estabelecidos, estultícias, vícios, ignorância, desejos, anseios e mesmo dogmas de todos os tipos. Porém, tenha consciência (como tenho eu) de que Deus aflige os Seus com fidelidade (Salmo 119: 75).

Bom, a coisa toda continua. É, é isso mesmo, exatamente isso: eu continuo a ser afligido. Passei já, como disse, por muitas situações de aflição, porém, continuo vivo, e, portanto, erro, erro, erro. Sou falho, e pecador. Mas sou grato pelo interesse de Deus por mim, e pelo Seu amor. Não estou livre (como ninguém está) da minha “humanidade”. A diferença é que hoje em dia é mais fácil reconhecer meus erros e falhas, ao ser “cutucado” no íntimo pelo Espírito Santo, cuja sensação de peso que traz nessas ocasiões de erro é bastante incômoda, e me conduz ao arrependimento.

Assim, hoje em dia eu posso afirmar sem medo que é bem mais simples acertar meu dia a dia (minha vida) pela Palavra de Deus. A Bíblia Sagrada ainda me aflige, sim, mas para o bem. Bem (aflição) que não troco por nada desse Mundo. E é certo que eu guardo a Palavra de Deus, mas a Palavra de Deus, por Ele, também me guarda. Por fim, resta-me dizer ao Pai, na esteira do Salmista: “Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus decretos” – Salmo 119: 71. Obrigado, Senhor.

Rasgue o coração

“Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes. Voltai para o Senhor vosso Deus, porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em amor, e se arrepende do mal” – Jl. 2: 13.

Antigamente os Hebreus, diante de uma indignação qualquer, e para demonstrar desaprovação a respeito de um fato ou situação, simplesmente rasgavam suas vestes. Era um costume daquele povo, bastante estranho para nós (com toda certeza). Cada cultura tem suas tradições próprias e modos de se expressar, peculiares. Rasgar as vestes era um modo de expressão daquela cultura e povo (talvez fosse algo como a demosntração de uma explosão de ira indignada).

Mas era algo exterior, que se via. Era um ato material, visível. Muitas vezes, entretanto, de acordo com o verso, a conduta não espelhava o sentimento interno, real, da pessoa. Como Deus vê e abençoa intenções em detrimento de atos, muitas vezes a ação de “rasgar vestes” era algo próximo à dissimulação. O que se via exteriormente era real, mas a intenção não condizia com o ato: tratava-se de conduta falsa, mero teatro.

Deus nos diz pelo verso que nos é inútil agir assim com Ele. Muitas vezes “rasgamos as nossas vestes” para os outros nos verem. Buscamos com isso o compadecimento e a condescendência das pessoas.

Mas ocultamos nossos verdadeiros sentimentos. Induzimos nossos espectadores ao erro, de modo que eles pensam de acordo com o que vêem, porém, eles têm falsa (ou distorcida) percepção da realidade. Contudo, frise-se bem: jamais conseguiremos enganar a Deus com esse expediente.

Por isso Ele nos diz: “rasguem os seus corações”. Ou, trocando em miúdos: “sejam sinceros Comigo, sempre”. Esse é o melhor meio de se achegar ao Todo-Poderoso.

O Senhor está sempre pronto e disposto a nos acolher e perdoar. Ele quer nos ouvir, como Pai e Amigo. Deus quer se relacionar conosco, de forma aberta e franca.

E toda a segunda parte do verso acima transcrito nos será realidade, pelo simples fato de Lhe “rasgarmos os nossos corações”. Sejamos, pois, sinceros e verdadeiros para com Deus!

Não há limites

“Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Acaso haveria coisa demasiadamente difícil para mim?” – Jr. 32: 27.

Esse verso deveria se prestar a fortalecer a nossa fé. A declaração de Deus é incisiva: nada é demais para Ele. Nada. O Senhor faz o que Lhe apraz, quando e como Lhe convém, e não há limites para o Seu querer e agir. Contudo, Deus comumente age segundo os princípios por Ele mesmo estabelecidos.

Esses princípios formam a Palavra de Deus, compilada na Bíblia Sagrada. Por certo que a soberania de Deus está acima da própria Bíblia, mas o bendito conteúdo do Livro Sagrado, na grande e “esmagadora” maioria das vezes, dita o comportamento do Pai para conosco. Deus é o Deus de toda a Humanidade, e esta é, de fato, regida por Ele, especialmente por intermédio de Sua Lei, a Bíblia Sagrada.

O Senhor é também conhecido por “Criador”. Criador de todas as coisas e criaturas, do Mundo e de tudo o que nele há, da Humanidade. Se Ele é o Autor de todas essas coisas (de tudo), quais seriam os Seus limites? Nas palavras do Senhor: nada é demasiadamente difícil para Ele.

E ainda O conhecemos como Deus do Impossível (Lucas 1: 37), que vai além daquilo que seria difícil. O Senhor é o Deus do impossível. Deus é Deus. Não é a toa que Ele disse certa feita: “Eu Sou” e “Eu Sou o que Sou” (Êxodo 3: 14). Ele é Aquele que nos chama de filhos amados. Somos nós os alvos de Seu amor sem fim. Diante de tudo isso, que é a mais pura realidade, nossa fé deve mesmo crescer e permanecer sempre bem fortalecida.

E quando for tempo de nos depararmos com dificuldades, sofrimentos e outras situações difíceis, confiando plenamente em Deus, tomemos alento e façamos uso da sabedoria popular: “Não diga a Deus o tamanho do seu problema; diga ao seu problema o tamanho do nosso Deus”.

Foi para minha paz

“Certamente foi para minha paz que estive em grande amargura. Em teu amor abraçaste a minha alma, que não caiu na cova da corrupção; lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados” – Is. 38: 17.

Gosto de pensar que todo sofrimento tem um propósito. Nada é ou acontece em vão. Deus sabe o que faz, e quando nós nos entregamos a Ele, tudo passa a estar sob Seu controle. Só assim a amargura de alma pode ser associada à paz de espírito (penso eu).

Traz-nos alento a consciência de que Deus abraça a alma daquele que sofre alguma desventura ou infortúnio. A paz nos envolve em abraço de amor, afastado o mal da corrupção, e ainda que persista algum sentimento agudo de dor (ou angústia) pelo sofrimento, por certo é amainado pela bendita presença de Deus. E Ele Se esquece dos nossos pecados, diz o verso, os lançando para longe de Sua Face.

O Profeta Isaías, recitando o verso acima, faz declaração de amor e juras eternas ao Pai. A gratidão está por toda parte em seu discurso. Como se dissesse: “a vida é, de fato, dura, mas com Deus ao meu lado tudo se faz novo, tudo faz sentido, tudo vale a pena”. Até mesmo o sofrimento.

Existem muitas ilustrações, algumas Bíblicas, sobre as benesses dos sofrimentos no ser humano. A purificação dos metais nobres pelo fogo. O vaso e o Oleiro. As pedras em atrito constante causado pela correnteza  no meio do rio. A lapidação de pedras preciosas. Os dias chuvosos e seus efeitos na Natureza. Em todos os casos os resultados finais desses processos ou relações são todos tidos por maravilhosas bênçãos. 

Sem as agruras da vida seríamos menos do que efetivamente somos. Graças às dificuldades que enfrentamos crescemos como pessoas, nos tornando melhores do que éramos. O sofrimento nos impulsiona na vida, como a alavanca que remove o animal de carga de um atoleiro. Tira-nos da inércia comumente causada pelo excesso de alegria e de felicidade. É estulto quem se furta a sofrer, ou faz disso um objetivo a ser perseguido (como se isso fosse possível). Sofrimento faz parte da vida (é inevitável). Que apenas Deus esteja nele, pois, assim, proveito certo haverá!

Inclinação da carne


“A inclinação da carne é morte, mas a inclinação do Espírito é vida e paz” – Rm. 8: 6.

Esse verso (parece) nos coloca “contra a parede”. Sim, porque nós somos feitos de “carne” (fato), e a Palavra de Deus nos diz que a inclinação da carne é morte. Diante dessa afirmação, como nos livramos disso? Que fazer a respeito? Temos nós alguma saída? Bem, como essa é só a primeira parte do verso, cabe a nós antes tentar entendê-lo por inteiro.

Na verdade, lendo esse verso, não há como não lembrar a Oração de Jesus pelos seus Discípulos (que também se aplica a nós), ocasião em que o Mestre disse: “Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal” – João 17: 15. Nós estamos no Mundo, e para estarmos no Mundo, precisamos também estar na carne (ter um corpo que abrigue alma e espírito). E Jesus orou a Deus pedindo que não nos tirasse do Mundo.

Parece contraditório isso, pois que o verso afirma que “carne” é sinônimo de “morte”, além de Jesus nos querer por aqui, neste lugar tão difícil e trabalhoso, segundo a sua oração. Se assim fosse, isto é, se pelo fato de estarmos neste Mundo, na carne, e, portanto, condenados à morte, certamente que Jesus teria orado a Deus pedindo justamente o oposto: para que o Pai nos tirasse deste Mundo, não? Mas, como vemos, a oração foi feita justamente em sentido contrário.
Sim, foi em sentido contrário, mas com a promessa de que Ele estaria sempre conosco (Emanuel). Quando Jesus voltou ao Pai nos enviou o Espírito Santo de Deus, que nos dá vida e paz. Não é o simples estado de estar na carne que condena alguém, mas a inclinação pela carne, isto sim. Neste Mundo lutamos contra tudo e contra todos (contra nós mesmos) para agradarmos e obedecermos a Deus, e para sermos boas pessoas. E isso nós fazemos não por força nossa, mas pelo próprio Espírito Santo (por amor ao Senhor), que nos fortalece, e nos dá vida e paz.

Na Bíblia Sagrada encontramos a seguinte afirmação: “Tendo nele (Jesus) crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa esperança, para redenção da propriedade de Deus, em louvor da sua glória” – Efésios 1: 13 – última parte e 14. Jesus é vida. E salvação. Sendo Jesus vida e salvação, nada há a temer: o corpo terreno perecerá, porém, nós subsistiremos em Corpos Celestiais, pelo Espírito Santo de Deus, que é sinônimo de vida e paz (eternas). Basta, pois, de nossa parte, a inclinação ao Espírito!

Somos seres efêmeros

“O homem de bem alcança o favor do Senhor, mas ao homem de perversos desígnios ele condena” – Pv. 12: 2.

Somos seres efêmeros neste Mundo. Apesar de nós estarmos “condenados” à eternidade, neste Mundo somos mesmo efêmeros. E se todos nós apenas estamos “de passagem” por aqui, por que existem tantas pessoas que agem com perversos desígnios? Talvez para esta pergunta não haja resposta razoável (pelo menos, de minha parte).

De todo modo, que é o tal homem de bem? Antes de tentar a resposta, insisto num pensamento já posto e dito à exaustão: “Deus não abençoa ações, Ele abençoa intenções”. Com isso, vamos direto ao coração humano, pois lá encontraremos a nossa resposta à pergunta acima formulada, ao olharmos para a essência do ser, ou seja, quem cada um é realmente.

Se Deus condena o homem de perversos desígnios, é porque Ele os encontra (os perversos desígnios) em seu coração. Assim como aquele que alcança o favor do Senhor, Deus vê bons desígnios na pessoa, no seu coração. Desígnios são intentos, que revelam marcas do caráter de alguém, seu modo de ser, de pensar e de agir.

Como ver isso? Ao ser humano é impossível. “Pois qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está?” – 1 Coríntios 2: 11 – 1.ª Parte. Porém, como se diz por aí: “Deus não vê cara, mas coração” (assertiva Bíblica, aliás). E importa mesmo que Deus ache bons desígnios em nossos corações. Se tivermos, pois, bons intentos em nossos corações, nós certamente receberemos o favor do Senhor. O contrário, sem engano, resulta em inevitável condenação (frise-se).

Deleite

“Se a tua lei não fora o meu deleite, há muito que teria perecido na minha angústia” – Sl. 119: 92.

“Não
sei o que seria de mim sem Deus”. Esse é o resumo de eventuais sentimentos que se possam extrair da simples leitura do verso acima. Sendo certo que o conteúdo do verso nele encerra e nos mostra uma situação terrível: a vida sem o Senhor.

A angústia daqueles que não têm o Pai em suas vidas é certa, e tal estado de espírito fatalmente os alcança mais dia menos dia. Não há esperança para os que andam por este Mundo sem atentar para o Criador.

A maneira mais simples de se achegar a Deus se dá pelo contato com Sua Palavra. A Bíblia não só nos ensina sobre o Senhor e Seu Reino, mas também nos sustenta, consola e alegra.

Não é a toa que alguns se referem à Bíblia como a “Palavra Viva de Deus”, pois existem efeitos espirituais Dela sobre nós, longe de ser mágica (que é mera ilusão), que realmente fazem diferença sobre nossos anseios, sonhos, humores, necessidades e tudo o mais que se possa lembrar e aqui colocar.

Não é mito, lenda ou conto de fadas. Não é estória da “carochinha” (carocha: puerilidades, histórias infantis, fantasias Etc.).

A Bíblia Sagrada é um Livro Histórico (e Espiritual), e faz menção à História, com “H”. Na Língua Portuguesa existe distinção entre “estória” e “história”: a primeira se usa para narrativas de lendas, contos de ficção; já a segunda é utilizada para apontar acontecimentos, fatos e atividades efetivamente ocorridos no passado.

Assim, o significado dessas palavras se distingue, respectivamente, pela aferição de algo entre ficção e realidade.

A Bíblia nos traz os relatos das ocorrências de inúmeros fatos concretos da História da Humanidade, sendo, portanto, retrato fiel de uma realidade ocorrida no passado. Mostra-nos o Plano de Deus para os homens. Apresenta-nos Jesus Cristo.

Introduz-nos à vida, e à vida eterna. Permite-nos saber da existência do Deus de paz e amor, e do Espírito Santo (bem como conhecê-Los). Traz-nos à intimidade com a Trindade. Faz-se em Luz a nos iluminar os passos. Guia-nos. Livra-nos da angústia. E se torna o nosso deleite.

O menino Samuel servia ao Senhor

“O menino Samuel servia ao Senhor perante Eli. Naqueles dias a palavra do Senhor era muito rara; as visões não eram freqüentes” – 1 Sm. 3: 1.

Chama a atenção o verso para o fato de que houve tempos em que ouvir a Deus era algo raro. O caso contado aconteceu na época que compreendia a infância de Samuel, quando, então, a Palavra de Deus e as visões não eram freqüentes.

A presença de Deus, outras vezes (em outros tempos), era corriqueira, e até contínua, como no exemplo do Êxodo, ocasião em que Deus se apresentava como Coluna de Fogo à noite, e Nuvem de Fumaça de dia. E os Hebreus viram e seguiram esses sinais (Deus), e foram libertos.

Moisés, de outra sorte, falava face a Face com Deus. Muitos homens e mulheres, no decorrer da História Bíblica, tiveram sonhos e visões. Até mesmo revelações. Viram a Deus. E O ouviram falar.

O Senhor se manifestou a eles (e ainda se manifesta a nós outros) de diversos modos diferentes (não há padrão estabelecido), mas uma coisa é certa: quando Ele se manifesta, a pessoa que foi agraciada como alvo dessa abençoada graça bem sabe que é Deus falando, não outra coisa qualquer.

Em suma, quando Deus fala conosco, simplesmente sabemos que é Ele que nos fala.

A situação em que Deus se comunica conosco é das mais lindas da existência humana. É emocionante quando isso acontece. E é importante frisar o fato de que cada um de nós, individualmente, é e tem um canal de comunicação direta com o Pai. A Bíblia Sagrada é o meio mais comum, utilizado por Deus, para que Ele conosco fale, mas, como dito, há outras maneiras.

Houve um período nefasto na história, cuja duração consta como sendo de quatrocentos anos, dentro do qual Deus ficou em absoluto silêncio. Deve ter sido época de negras e densas trevas. Provavelmente foram tempos difíceis, terríveis. Esse fato histórico ocorreu no hiato de tempo entre o Velho e o Novo Testamentos, e foi geral.

Atualmente existem pessoas que vivem na escuridão (silêncio de Deus), em semelhança ao tempo acima mencionado, e outras tantas que têm parte com a Luz (e que ouvem, portanto, a Deus).

Hoje em dia, pois, nós vivemos uma dualidade de situações, na qual muitos ouvem a Deus, outros não. O bom nisso tudo é que quem procura a Deus, infalivelmente O encontra. E aqueles que O ignoram ficam no escuro, sem sonhos nem visões. Sem Deus.

Esses (alguns, muitos) não ouvem a Sua Bendita Voz, como no fatídico tempo de densas trevas, acima lembrado. Deus nos livre disso! (Amém). Que o Senhor não só fale (conosco), mas fale sempre! (Amém e amém).

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